Atualmente as famosas padarias – hoje padocas – estão se reinventando para oferecer produtos e serviços que antes não eram vistos em suas prateleiras. Desde almoços até a utilização da tecnologia, um sistema integrado de bons serviços são oferecidos para um melhor conforto de seus habituais clientes. Assim é a padaria, ou melhor, a padoca.
Na história brasileira, as padarias sempre foram alvos de uma passada rápida pela manhã para um “cafezinho”, às vezes servidos em seus balcões, o famoso pedido: – Portuga, um cafezinho! Sapeca uma das dezenas de habitués. Ali, é servido e ingerido de forma rápida e – foi-se tempo – barata. Preço a parte, é uma rotina que completa o início de um dia para muitas pessoas, a ponto de afirmarem: “sem esse cafezinho, meu dia não começa”. Essa é a nossa padaria, ou melhor, a padoca. Ponto de encontro diário / noturno de amigos, conhecidos e novos integrantes da turma, é um vai- e -vem diário fantástico. Aqui em Brasília não poderia ser diferente. Em especial no Sudoeste, onde há uma proliferação de padocas. Local de discussões política, econômica, sexual, onde os diversos problemas que afligem Brasília, Brasil e o mundo são ali discutidos e, as soluções apresentadas, acredito que fariam muito bem na composição do governo local ou federal. Futebol? Nem se fala, muitos técnicos com soluções para times e a nossa Canarinho. Mas, o que mais importa nesse ambiente que cada dia se torna mais familiar é a integração entre pessoas oriundas de diversas culturas, gostos e desejos em um só grupo. Nem que seja momentâneo, mas os encontros se tornam meio obrigatórios e diários. A batida de ponto é muito mais saudável que nos ambientes de trabalho. Viva a Padoca!!!