Reza a história que o café fora criado lá pelo século IX – na região da Etiópia. Consta que um Pastor percebeu que as suas cabras ao comerem aquela planta com seus frutos ficavam mais animadas, mais elétricas. Resolveu colher algumas amostras e as levou para um Monge. Nesse ponto a história revela algumas versões, a primeira é que o Monge havia rejeitado a oferta e não teria dado a relevância que o Pastor dera; a segunda e mais provável, é a que o Monge logo se animou com a novidade decidiu preparar a infusão das folhas com grãos e demonstrara uma sensação diferente e muito agradável ao ingerir aquela infusão. Não obstante, reza outra versão que o referido Monge só havia se interessado após tentar descartar as plantas levadas pelo Pastor e, mudara de opinião ao sentir o fabuloso aroma oriundo da torra do café. A história também escreve que o consumo da novel iguaria teve a sua dimensão na mesma época de sua origem. Versões a parte, o fato é que o café atravessou séculos rodando o mundo e, sendo apreciado por todos de diversas formas, até chegar às padarias – padocas – cafés, restaurantes, etc. No nosso cotidiano, desde pequeno ouvíamos que teríamos que tomar café da manhã todos os dias. Leia-se, café com leite, pão, manteiga, bolo, queijo, presunto, tapioca, cuscuz, com carne de sol – adoro – cada qual monta ao longo de sua vida o seu próprio café da manhã. Mas, não fica só aí. Fora agregado durante todo o dia, no trabalho, em reuniões, após o almoço, no lanche da tarde e, para alguns, antes de dormir. De uma forma ou de outra, o café entrou em nossas vidas e não sairá mais. Mesmo para aqueles que são recomendados a não ingerir mais o cafezinho por motivos de saúde, a indústria os ajudou ao criar o descafeinado. Salve o café!
É isso aí!
Au revoir!
Carlos Magno Vieira