Crônica

O (TODO) DIA DAS MÃES

Todo dia é dia das mães. Mas, foi estabelecido que especialmente o dia das mães é o segundo domingo de maio. Conta a história que esse dia foi criado por Anna Jarvis – uma norte-americana que, inspirada nos trabalhos sociais realizados por sua mãe Ann Jarvis, após a sua morte, trabalhou muito para que essa data fosse reconhecida pelo Governo Americano, em homenagem a todas as mães, pelos seus esforços na criação e educação dos filhos. Porém, a data se tornou uma forma de comercialização exacerbada. Após essa constatação, a própria entusiasta da criação dessa data começou uma luta para que fosse revogada, vez que fugiu e tomou proporções irrefreáveis, assumidas pelo comércio. De lá para os dias atuais, no meu sentir, razão assiste à Anna Jarvis. Vai se aproximando o mês das mães, as mídias invadem a nossa vida durante o mês inteiro. Perdeu a essência do projeto social original? Não sei dizer. Entendo que todos os dias são dias de nossas mães. O carinho, o respeito, a sacralidade desse ser maior que é a nossa mãe. Observamos, mesmo em situações extremadas de pobreza, violência doméstica, agressões de filhos e filhas, dentre outros absurdos, culminando até o feminicídio, a mãe, símbolo máximo do amor, é sempre presente em nossas vidas. Justa homenagem. Lembrando que, “todo dia é dia das mães.”

É isso aí. Au revoir.

Carlos Magno Vieira – Filho de Marlene com muito orgulho. Sua benção.