Muitos não acreditam, mas a Síndrome de Burnout é uma realidade fatal. Uma vez reconhecida pelo Ministério da Saúde como uma doença derivada do trabalho, muitas produções foram publicadas, artigos, vinhetas, porém, efetivamente, pouco se sabe como as Empresa tanto pública quanto privada tem realmente feito pelos seus Colaboradores. Uma pena. Prima irmã do Assédio Moral, Burnout precisa ser identificado, tratada e enfrentada. Merece atenção redobrada, uma vez que o Colaborador não percebe em que está se metendo, ao assumir tantas responsabilidades para demonstrar competências ou que é leal a gestão. Puro engano. A doença ataca sem dó. Ele uma vez afastado de suas funções, até para não atrapalhar a produtividade ou mesmo contaminar o ambiente de trabalho, será implacavelmente substituído e, muitas vezes sem poder retornar de vez. Pronto. Aí começa outra jornada para enfrentar uma possível depressão. Em recente publicação de uma matéria publicada no Correio Braziliense -23.09.2024, apresenta um dado muito preocupante, pois, apresenta uma pesquisa realizada pela da Universidade de Harvard – EUA – Business Review (2022), apresentada em nosso editorial de hoje, onde aponta que a geração Z – nascidos entre 1995 / 21010 – estão apresentando uma forte tendência a terem problemas com a saúde mental. Está passando da hora do Governo Federal, Estaduais Municipais se unirem para fazerem uma campanha permanente contra a Síndrome de Burnout. Ainda há tempo. É isso, aí.
Carlos Magno Vieira