O Estado do Vaticano, isso mesmo, é o menor Pais do mundo, com apenas 14 Hectares. Foi criado em 1929 – através do Tratado de Latrão, assinado entre a Itália e a Igreja Católica. Lá reside toda a estrutura master da Igreja Católica, com o Papa e seus auxiliares do mundo inteiro. Os cardeais, espalhados pelo mundo, são escolhidos e nomeados pela alta administração do Vaticano e, ordenados pelo Papa. Esses cardeais são representantes máximos da Igreja Católica em cada País. Uma das responsabilidades dos Eminentes Cardeais é a escolha do novo Papa – através da reunião de Cardeais – reunidos para esse fim, é o chamado CONCLAVE. Uma vez reunidos, os Cardeais – em número de 120 – votam um nome dos que se apresentam para essa missão. Tem que ter um mínimo de 71 votos. Uma vez atingido esse mínimo, é declarada a escolha do novo Pontífice. As cédulas do Conclave serão queimadas naquele instante. A fumaça que sairá pela chaminé tem uma coloração cinza, sinal do encerramento da votação e escolha do novo Papa. A multidão católica que acompanha esse encontro saúda a escolha e recebe a comunicação oficial: HABEMUS PAPA! Ou seja, temos um novo Papa. Assim ocorre a sucessão Papal. Vários filmes já retrataram tal evento da Igreja Católica. Porém, está em cartaz aqui no Brasil um novel filme sobre a sucessão Papal. Vale a pena assisti-lo. São duas horas de um excelente suspense. Os bastidores do Conclave nos remetem às votações no Congresso brasileiro. Intrigas, deformações de caráter, fingimento, traição, etc. Não irei dar mais dicas. Assistam. Vale a pena.
É isso aí.
Por Carlos Magno Vieira.
Obs. Durante a escolha do atual Papa, eu fazia mestrado na Universidade Católica do Salvador e o nosso Coordenador / Professor era Dom Petrinni. Subindo as escadarias do prédio, me deparei com o Dom e sapequei uma pergunta: Dom, o Papa será pop? Deu aquele belo sorriso Italobaiano e respondeu: além de pop, será fraterno, amoroso e à frente dos tempos. Acertou na mosca.