Muito tem se falado que o mundo está pirado. Será? Acordamos com os noticiários local, nacional e mundial anunciando um verdadeiro caos. Guerras. Mortes. Mulheres estupradas e violentadas em sua dignidade, enfim, parece que não tem fim. Quando paramos para pensar em uma notícia de catástrofe, logo em seguida somos torpedeados com outra, depois outra e assim vai. Onde iremos parar? No Brasil, nem se fala. Observamos um imenso jogo de interesses rodeando as grandes decisões, seja no Congresso Nacional, seja na alta cúpula do Poder Central, mas não vemos esforço algum em projetos na nossa direção, ou seja, da população. Tudo que se faz é em prol de seus partidos que estão cada mais partidos, de seus “líderes” e apaniguados. Um horror. Não tem fim. Acorrentados na mesa diretora tanto da Câmara Federal quanto da Câmara Alta com intuito de forçar a barra para que seja votado um Projeto de Lei autorizando a anistia dos “envolvidos e condenados” pelo desastrado ato de 08 de janeiro, numa réplica tupiniquim do que aconteceu na Casa Branca. Essa síndrome do vira-lata nos persegue. Lembrando que nem tudo que é bom na terra do Tio Sam é bom para o Brasil ou o mundo. Cada qual no seu cada, qual. Assim bravejava a minha Vó. Precisamos de um choque cultural, que infelizmente leva tempo para a reconstrução necessária e tardia de uma nova consciência e ações. Isso reflete em todos os setores da nossa sociedade, em especial ambientes corporativos, e na vida de seus colaboradores, fazendo com que essas ações desordenadas façam parte de um pacote corporativo. Não faz, não! Governantes, autoridades, chefes, etc. não precisam maltratar as pessoas para demonstrar sua autoridade. Uma pena. Mas é o que mais acontece diretamente. Voltaremos ao tema em breve. É isso aí.
Por Carlos Magno Vieira